Sobre mim

Sou Mateus Claudino, tenho 26 anos, nasci em Cotia-SP, mas moro em Garanhuns-PE desde os meus primeiros anos de vida.

Estou estudando para me tornar um jornalista, profissão que comecei a gostar durante a Copa do Mundo de 2010.

Não foi o esporte que me fez gostar do jornalismo, mas sim o jornalismo que me fez gostar de esportes. Antes de entender as regras do futebol, gostava mais de pesquisar sobre as transmissões esportivas e como eram realizadas.

Com os primeiros dias do Mundial de 2010, vi pela primeira vez uma capa do Jornal Folha de SP. Ao abrir o jornal na sessão de esportes, fiquei ainda mais encantado. Assim, tive o prazer de ter contato com os textos dos colunistas Tostão e PVC, que iniciou no jornal impresso a famosa coluna "prancheta do PVC", onde ele explicava como jogava todos os times da copa.

Desde então, o jornal impresso sempre esteve na minha mochila do colégio. Infelizmente, já não vendem mais jornais impressos com facilidade onde moro, nem mesmo os locais.

Amo jornalismo do jornal impresso por causa da democratização. Quando era mais novo, minha TV sintonizava um número bem limitado de canais, então não fazia ideia da existência de outros canais que falam somente sobre esportes.

Através do jornal impresso aprendi mais sobre visão de jogo e comecei a ter algumas noções dos estilos de jogo utilizado pelos times e seleções. Sem isso, não teria acesso as análises e informações sobre os campeonatos internacionais.

Até hoje lembro de quando soube onde jogava Lionel Messi. Foi através de uma notícia sobre a goleada do Barcelona sobre o Real Madrid por 5 a 0. A partir disso, passei acompanhar o futebol europeu através das folhas dos jornais.

Sempre passei maior parte do tempo com uma revista Placar, que tinha os famosos guias dos campeonatos europeus. Comprava sempre duas por edição quando conseguia, só para poder recortar uma e guardar a outra.

A partir dos meus 11 anos, descobri as maravilhas do rádio. Até hoje gosto de acompanhar transmissões por áudio pq os comentários são diferentes da TV. O comentarista esportivo do rádio precisa explicar o que o ouvinte não está vendo, então isso força muito a observar estilos de jogo e quem está melhor além do resultado.

No ramo do rádio, sou muito fã dos comentaristas Raphael Prates, Gabriel Dudziak, Mário Marra e Michelle Silva. Todos marcaram suas carreiras no grupo Globo de Rádio. Atualmente, Mário Marra saiu do rádio e está somente nos canais ESPN, mas nunca mudou seu estilo.

Além disso, gosto muito de olhar acervos dos jornais. Foi quando comecei a me apaixonar pelos textos de Nelson Rodrigues. Com seus textos, ele foi um dos pioneiros na democratização da emoção através das folhas de jornais. Para aqueles que não conseguiam ir ao estádio, Nelson Rodrigues conseguia exportar a emoção para fora do estádio, mantendo viva a paixão pelos ídolos nacionais.

Por mais que eu tenha saudade de ler jornais, a era digital ajudou a democratizar mais nesse sentido, pois agora não existem só textos online, como também existem podcasts, rádios online e vídeos.

Graças a isso tive a oportunidade de começar a escrever para portais como Torcedores.com e, atualmente Esportes+, ambos de forma voluntária.